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Excesso de quebra-molas atormenta a vida de quem circula por Nilópolis

Quebra-molas altos demais, outros sem sinalização. O que era para trazer mais segurança ao trânsito se tornou um tormento para os motoristas que circulam pelas ruas de Nilópolis.

Os motoristas reclamam. “Há lugares em que se abusa dos quebra-molas”, queixa-se um deles. Já os pedestres apóiam a construção. “É melhor de atravessar, evita que a pessoa seja atropelada”, acredita uma senhora.

Mas os quebra-molas só podem ser construídos onde há um alto índice de acidentes. Além disso, é preciso respeitar normas definidas pelo Conselho Nacional de Trânsito. Todos os quebra-molas devem estar pintados de amarelo, o que não se vê. E sinalizados com placas para avisar ao motorista com antecedência.




Nos bairros mais afastados do Centro, a situação é caótica, alguns estão deformados pelo desgaste. “Ou quebra o carro, ou você bate em outro carro”, denuncia um motorista.

A maioria dos quebra-molas está fora do padrão exigido por lei. Em vias de grande movimento, a altura deve ser de, no máximo, dez centímetros e a largura de 3,7 metros - muitos não têm nem meio metro. E todos devem ocupar os dois lados da rua.




Os problemas também são constatados no Centro de Nilópolis. Quem dirige pelas vias principais fala dos prejuízos causados pelas lombadas muito estreitas. “Não há carro que aguente, o amortecedor arrebenta todo”, reclama o comerciante David Gomes.




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