Calazans presta contas na Câmara Municipal de Nilópolis
Em audiência pública, o Prefeito Alessandro Calazans pontuou as metas fiscais do município de Nilópolis entre janeiro e abril de 2015. A prestação de contas foi realizada na Câmara Municipal na última sexta, 29 de maio. Como pauta, foi discutida a arrecadação, prejudicada pela maior crise no Estado nos últimos 20 anos, e o início de importantes obras na cidade, como a da Vila Olímpica.

Calazans pontuou alguns índices que refletem o impacto da crise na cidade e frisou que os efeitos são sentidos em todo o estado e com muito mais intensidade em cidades vizinhas da Baixada. Segundo o Prefeito, comparando abril de 2015 com o mesmo período do ano passado, houve diminuição dos royalties em 38%, queda de 0,7 % no repasse do Fundeb, 10 % a menos na arrecadação do ICMS e 20% de queda na transferência do Fundo de participação dos municípios.
A UPA, segundo o Prefeito, não recebe repasse de verba estadual há 7 meses e cerca de 65% dos pacientes atendidos são de outras cidades da Baixada. Mesmo assim, o funcionamento está normal, com raríssimos casos de falta de médico. Outro setor afetado pelo não repasse de verbas é o de Assistência Social, que não recebe do Governo Federal há 5 meses.
Ainda assim, o Prefeito ressaltou a eficiência da gestão dos recursos públicos, “Mesmo com toda a dificuldade atual e herdando uma Prefeitura cheia de dívidas da outra gestão, Nilópolis está fora do CAUC, espécie de Serasa dos municípios. Das quase 5600 cidades brasileiras, cerca de 4700 municípios brasileiros se encontram nesta situação de dívida. Isso comprova o nosso compromisso em gerenciar os gastos de forma racional.”
Outros destaques da gestão citados na audiência pública foram o início da reforma na Vila Olímpica, com implantação de piscina semi-olímpica, nova pista de atletismo, a Casa da Luta no CIEP 136; a instalação de grama sintética em 8 praças da cidade; instalação de 11 portais nas entradas de Nilópolis; a inauguração do CEU’s, Centro de Artes e Esporte Unificados, no bairro Cabral no mês de julho; e a reforma do novo Posto de Saúde Central, que vai integrar também a nova sede da SAMU e o Caps.
Calazans pontuou alguns índices que refletem o impacto da crise na cidade e frisou que os efeitos são sentidos em todo o estado e com muito mais intensidade em cidades vizinhas da Baixada. Segundo o Prefeito, comparando abril de 2015 com o mesmo período do ano passado, houve diminuição dos royalties em 38%, queda de 0,7 % no repasse do Fundeb, 10 % a menos na arrecadação do ICMS e 20% de queda na transferência do Fundo de participação dos municípios.
A UPA, segundo o Prefeito, não recebe repasse de verba estadual há 7 meses e cerca de 65% dos pacientes atendidos são de outras cidades da Baixada. Mesmo assim, o funcionamento está normal, com raríssimos casos de falta de médico. Outro setor afetado pelo não repasse de verbas é o de Assistência Social, que não recebe do Governo Federal há 5 meses.
Ainda assim, o Prefeito ressaltou a eficiência da gestão dos recursos públicos, “Mesmo com toda a dificuldade atual e herdando uma Prefeitura cheia de dívidas da outra gestão, Nilópolis está fora do CAUC, espécie de Serasa dos municípios. Das quase 5600 cidades brasileiras, cerca de 4700 municípios brasileiros se encontram nesta situação de dívida. Isso comprova o nosso compromisso em gerenciar os gastos de forma racional.”
Outros destaques da gestão citados na audiência pública foram o início da reforma na Vila Olímpica, com implantação de piscina semi-olímpica, nova pista de atletismo, a Casa da Luta no CIEP 136; a instalação de grama sintética em 8 praças da cidade; instalação de 11 portais nas entradas de Nilópolis; a inauguração do CEU’s, Centro de Artes e Esporte Unificados, no bairro Cabral no mês de julho; e a reforma do novo Posto de Saúde Central, que vai integrar também a nova sede da SAMU e o Caps.


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