Corpo encontrado carbonizado é do ex-funcionário da Prefeitura de Nilópolis
Um exame de DNA confirmou que o corpo carbonizado e com cortes de faca, localizado por policiais da Divisão de Homicídios da Baixada Fluminense, dentro do Parque do Gericinó, em Mesquita, no dia 21 de julho deste ano, é do ex-funcionário da Secretaria de Desenvolvimento Social de Nilópolis Leonel Branas Muga.
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Chileno estava desaparecido desde o dia 5 de julho. Foto: Divulgação[/caption]
O cadáver foi localizado pelo policiais, na localidade conhecida como Biquinha, na Chatuba, em área que faz parte do Parque do Gericinó. Como a área ainda é de uso das Forças Armadas, militares do Exército ajudaram na localização do corpo que, só foi possível por conta de denúncias anônimas feitas ao Disque-Denúncia.
De acordo com a Polícia, o cadáver tinha um pingente que foi identificado pela esposa de Leonel, como sendo dele. Outra evidência é a localização dos documentos do rapaz, há cerca de 15 metros do corpo. A confirmação veio através de exames de DNA que foram realizados no IML.
Chileno, como é mais conhecido, por causa de sua origem, trabalhou entre 2009 e 2012, no Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) do bairro Cabral. Também atuou em projetos esportivos no município, como as aulas de vôlei que dava no bairro Paiol. Atualmente era funcionário da Prefeitura de Nova Iguaçu. Informações divulgadas por familiares dão conta que ele foi visto pela última vez por volta das 23h do dia 02 de julho, nas proximidades de sua casa, que fica na Rua Assú, no bairro Chatuba, em Mesquita.
A polícia confirmou que testemunhas informaram terem visto Chileno sendo raptado por 2 homens e colocado em uma pick-up. As investigações indicam que o crime tem características típicas de execução usada por traficantes da área da Chatuba. A DH apura agora envolvimento de Chileno com o bandidos da região ou se ele era usuário de drogas.
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O cadáver foi localizado pelo policiais, na localidade conhecida como Biquinha, na Chatuba, em área que faz parte do Parque do Gericinó. Como a área ainda é de uso das Forças Armadas, militares do Exército ajudaram na localização do corpo que, só foi possível por conta de denúncias anônimas feitas ao Disque-Denúncia.
De acordo com a Polícia, o cadáver tinha um pingente que foi identificado pela esposa de Leonel, como sendo dele. Outra evidência é a localização dos documentos do rapaz, há cerca de 15 metros do corpo. A confirmação veio através de exames de DNA que foram realizados no IML.
Entenda o caso
Chileno, como é mais conhecido, por causa de sua origem, trabalhou entre 2009 e 2012, no Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) do bairro Cabral. Também atuou em projetos esportivos no município, como as aulas de vôlei que dava no bairro Paiol. Atualmente era funcionário da Prefeitura de Nova Iguaçu. Informações divulgadas por familiares dão conta que ele foi visto pela última vez por volta das 23h do dia 02 de julho, nas proximidades de sua casa, que fica na Rua Assú, no bairro Chatuba, em Mesquita.
A polícia confirmou que testemunhas informaram terem visto Chileno sendo raptado por 2 homens e colocado em uma pick-up. As investigações indicam que o crime tem características típicas de execução usada por traficantes da área da Chatuba. A DH apura agora envolvimento de Chileno com o bandidos da região ou se ele era usuário de drogas.


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