Ponte é local de assaltos constantes em Nilópolis
A ponte sobre o Rio Pavuna, no trecho que liga as ruas Roberto da Silveira, em Olinda, e Nazareth, em Anchieta, no Rio, deixaram de ser local apenas de passagem entre os dois municípios. A violência virou a grande vilã da região.
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Foto enviada por leitor mostra o local usado pelos assaltantes.[/caption]
Bandidos, com armas em punho, aproveitam o mato alto e pouca iluminação para atacar os pedestres e até mesmo motoristas. As condições acabam facilitando a ação dos ladrões.
Com a construção de um prédio, usado pela CEDAE, a situação acabou piorando. Segundo moradores, muitas vezes os bandidos se escondem atrás de uma parede, tornando o local um verdadeiro convite às quadrilhas. Os moradores da localidade já estão acostumados com histórias de assaltos. “São constantes. Muita gente reclama”, disse Daniel Leandro, que mora próximo às margens do rio. Outros têm medo de falar, mas contam algumas experiências. “Há uma semana, pelo menos dois pedestres foram roubados”, disse o funcionário de uma loja da área, que preferiu não ser identificado.
O policiamento na região é dividido entre dois batalhões, o 20º BPM (Mesquita) cuida da parte de Nilópolis e o 41º BPM (Irajá) atende ao bairro carioca. Os moradores afirmam, que raramente são vistas viaturas patrulhando aquela região. Os carros da polícia raramente passam aqui na ponte, eles no máximo vão até uma esquina antes e retornam. Como são batalhões diferentes, eles não entram na área do outro", disse um policial aposentado, que não quis se identificar.
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Bandidos, com armas em punho, aproveitam o mato alto e pouca iluminação para atacar os pedestres e até mesmo motoristas. As condições acabam facilitando a ação dos ladrões.
Com a construção de um prédio, usado pela CEDAE, a situação acabou piorando. Segundo moradores, muitas vezes os bandidos se escondem atrás de uma parede, tornando o local um verdadeiro convite às quadrilhas. Os moradores da localidade já estão acostumados com histórias de assaltos. “São constantes. Muita gente reclama”, disse Daniel Leandro, que mora próximo às margens do rio. Outros têm medo de falar, mas contam algumas experiências. “Há uma semana, pelo menos dois pedestres foram roubados”, disse o funcionário de uma loja da área, que preferiu não ser identificado.
O policiamento na região é dividido entre dois batalhões, o 20º BPM (Mesquita) cuida da parte de Nilópolis e o 41º BPM (Irajá) atende ao bairro carioca. Os moradores afirmam, que raramente são vistas viaturas patrulhando aquela região. Os carros da polícia raramente passam aqui na ponte, eles no máximo vão até uma esquina antes e retornam. Como são batalhões diferentes, eles não entram na área do outro", disse um policial aposentado, que não quis se identificar.


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