Superintendência da Juventude vai buscar solução para o impasse entre estudantes e empresas de ônibus de Nilópolis
O Superintendente dos Direitos da Juventude, Leandro Hungria, participou, nesta quinta, dia 12, de uma reunião com alunos do Colégio Estadual Aydano de Almeida para discutir o problema enfrentado por alunos das redes públicas de ensino para conseguirem usar a gratuidade nos ônibus que circulam em Nilópolis.
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Foto: Divulgação[/caption]
Leandro ouviu dos alunos, liderados pelo presidente do Grêmio, Juan da Ressureição, relatos da dificuldade em que tem passado para conseguir viajar nos ônibus. Eles entregaram um abaixo assinado, com 1.609 assinaturas dos alunos do colégio, que se sentem lesados pelo não cumprimento da Lei Estadual Nº 4510, que assegura o direito à passagem gratuita nos ônibus intermunicipais para os alunos da rede pública de ensino.
Leandro se comprometeu a buscar uma solução para o problema. "Vim ao colégio, atendendo ao convite do presidente do grêmio estudantil, para ouvir as queixas e vou agora em busca de uma solução para este problema. Vou conversar com todos os envolvidos no caso, as empresas de ônibus, a Secretaria de Educação e a Fetranspor, para que possamos entender o problema e resolver. O que não pode é o aluno deixar de ir a escola, ainda mais em um período tão delicado como este, que é o final de ano, onde são aplicadas as provas", garantiu Leandro Hungria.
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Leandro ouviu dos alunos, liderados pelo presidente do Grêmio, Juan da Ressureição, relatos da dificuldade em que tem passado para conseguir viajar nos ônibus. Eles entregaram um abaixo assinado, com 1.609 assinaturas dos alunos do colégio, que se sentem lesados pelo não cumprimento da Lei Estadual Nº 4510, que assegura o direito à passagem gratuita nos ônibus intermunicipais para os alunos da rede pública de ensino.
Leandro se comprometeu a buscar uma solução para o problema. "Vim ao colégio, atendendo ao convite do presidente do grêmio estudantil, para ouvir as queixas e vou agora em busca de uma solução para este problema. Vou conversar com todos os envolvidos no caso, as empresas de ônibus, a Secretaria de Educação e a Fetranspor, para que possamos entender o problema e resolver. O que não pode é o aluno deixar de ir a escola, ainda mais em um período tão delicado como este, que é o final de ano, onde são aplicadas as provas", garantiu Leandro Hungria.


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