Som elevado nas ruas de Nilópolis provoca queixas de moradores
A poluição sonora provocada por carros de som no Centro comercial de Nilópolis irrita quem trabalha no comércio e até os consumidores. Há dificuldades de se falar ao telefone e de conversar com os clientes. O resultado é estresse, nervos à flor da pele e aborrecimentos. A situação é mais crítica aos sábados, quando aumenta o número de veículos de propaganda que circulam com o volume bastante elevado, anunciando os bailes que ocorrem nas casas noturnas.
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Foto: Reprodução da Internet[/caption]
Empresários e comerciários que diariamente trabalham no Centro da cidade enfrentam há vários anos o problema da poluição sonora. “Muitas vezes tenho que tomar comprimidos para dor de cabeça porque o som é muito alto e deixa a gente irritada”, disse a comerciária, Maria Moreira. A empresária, Isabella Costa, disse que há dias em que é impossível trabalhar. “É um carro atrás do outro. Já pensamos em fazer uma abaixo-assinado para as autoridades darem um basta neste transtorno”.
A maioria dos lojistas é favorável à publicidade, mas reclama do elevado volume de som. “É preciso usar o serviço com controle”, defende o empresário, Marcelo Farias. A comerciária Danielle Pereira conta que, muitas vezes, não consegue falar ao telefone. “Há uns carros que passam com o som muito alto e não é só no Centro da cidade. O barulho perturba a gente também em casa”, frisou.
Além da poluição no Centro, há queixas de moradores quanto ao volume elevado de som dos carros parados em bares nos bairros da cidade, no período da noite e nos finais de semana. “É um exagero que perturba o sossego do cidadão”, disse o funcionário público Paulo Soares, morador do bairro Olinda. “Os carros param e disputam o som mais alto, impedindo a gente de ficar com as janelas abertas”, completou o bancário Daniel Pires.
Enquanto não houver uma decisão concreta das autoridades, os moradores sofrem com o problema. A resolução do Contran que estabelece que o volume dos sons produzidos por equipamentos utilizados em carros não pode passar de 80 decibéis, medidos a sete metros do veículo, está em vigor desde novembro de 2006. Quem descumprir as normas previstas estará cometendo infração grave do Código de Trânsito Brasileiro (CTB). A multa é de R$ 127,69, cinco pontos na carteira de habilitação e a retenção do veículo para regularização.
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Empresários e comerciários que diariamente trabalham no Centro da cidade enfrentam há vários anos o problema da poluição sonora. “Muitas vezes tenho que tomar comprimidos para dor de cabeça porque o som é muito alto e deixa a gente irritada”, disse a comerciária, Maria Moreira. A empresária, Isabella Costa, disse que há dias em que é impossível trabalhar. “É um carro atrás do outro. Já pensamos em fazer uma abaixo-assinado para as autoridades darem um basta neste transtorno”.
A maioria dos lojistas é favorável à publicidade, mas reclama do elevado volume de som. “É preciso usar o serviço com controle”, defende o empresário, Marcelo Farias. A comerciária Danielle Pereira conta que, muitas vezes, não consegue falar ao telefone. “Há uns carros que passam com o som muito alto e não é só no Centro da cidade. O barulho perturba a gente também em casa”, frisou.
Além da poluição no Centro, há queixas de moradores quanto ao volume elevado de som dos carros parados em bares nos bairros da cidade, no período da noite e nos finais de semana. “É um exagero que perturba o sossego do cidadão”, disse o funcionário público Paulo Soares, morador do bairro Olinda. “Os carros param e disputam o som mais alto, impedindo a gente de ficar com as janelas abertas”, completou o bancário Daniel Pires.
Enquanto não houver uma decisão concreta das autoridades, os moradores sofrem com o problema. A resolução do Contran que estabelece que o volume dos sons produzidos por equipamentos utilizados em carros não pode passar de 80 decibéis, medidos a sete metros do veículo, está em vigor desde novembro de 2006. Quem descumprir as normas previstas estará cometendo infração grave do Código de Trânsito Brasileiro (CTB). A multa é de R$ 127,69, cinco pontos na carteira de habilitação e a retenção do veículo para regularização.


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