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Calçada estreita no Centro de Nilópolis pode provocar acidentes

Em agosto de 2013, um acidente tirou a vida de uma idosa no Centro de Nilópolis e mesmo após esse triste acontecimento, nada foi feito para evitar que outras famílias tenham que passar por esta terrível situação. A calçada por onde a senhora caminhava, continua do mesmo jeito. Passados três anos, ela continua estreita e  somente foi colocado cimento para tapar alguns buracos, porém os obstáculos, como os postes que ocupam mais da metade do espaço por onde devem passar os pedestres, continuam lá.

[caption id="attachment_57048" align="alignleft" width="259"]ATROPELAMENTO Uma senhora morreu após ser atingida pelo ônibus. Foto de Arquivo[/caption]

Com tantos problemas e sendo a única passagem para quem desce ou sobe a escadaria que leva até a Estação Ferroviária, os pedestres acabam tendo que conviver com o risco de serem atropelados pelos veículos que cruzam a Rua Getúlio de Moura em alta velocidade. A situação no local piorou quando a Prefeitura, há três anos, resolveu acabar com o ponto de ônibus que existia próximo ao Calçadão e derrubou uma das escadas, obrigando os passageiros a se deslocar pelas calçadas estreitas, tanto ao lado do muro que separa a via da linha férrea, quanto no lado onde ficam os estabelecimentos comerciais. O que seria uma simples caminhada virou uma missão das mais arriscadas e a chance de alguém ser atropelado passou a ser enorme.

O acidente, que relatamos no início desta matéria, ocorreu no dia 06 de agosto de 2013, quando um ônibus da empresa Nilopolitana não conseguiu desviar de uma senhora que desequilibrou na calçada esburacada e a atingiu, matando-a.

Mesmo com passarela que liga o Calçadão à Estação Ferroviária, inaugurada em 2013, a calçada continua a ser usada por quem precisa usar os ônibus. O ponto, ainda é o mais movimentado do Centro. A remoção de um ponto na altura da Avenida Mirandela, contribui para que o local, ao lado da passagem subterrânea, fique lotado. "Aqui em Nilópolis é assim, que se ferre o povo. Tiraram o ponto de ônibus e acumulou todo mundo aqui, nem se preocupam em organizar. Os agentes de trânsito só sabem ficar de papo, nada fazem e a calçada é assim, estreita e a gente que se vire. Só contamos com Deus para nos ajudar mesmo", revoltou-se a servidora pública Josélia Dantas.

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