Nilópolis alagada ! Mais uma vez...
"Esse rio é minha rua." Essa é a música que sempre canto quando tenho que sair de casa e as ruas estão alagadas. Não dá mais para viver assim, mas a gente reclama e nada muda. E olha que essa chuva nem foi demorada”, disse o eletricista Lourenço Medeiros, morador do bairro Nossa Senhora de Fátima. Ele teve que sair de casa debaixo de chuva, de bicicleta e se equilibrando com uma sombrinha. “Além de sair nessa maré, ainda tenho que ter muita sorte para não cair em um buraco ou vala”.
Dificuldade também passou o entregador de água mineral Silvio Dias, que enfrentou um grande alagamento na Avenida Mirandela, no Centro. “É uma dificuldade muito grande eu ter que andar com esses quatro galões de água na garupa e ainda ter que me equilibrar para não cair nessa água”.
E a população já sabe: boa parte de Nilópolis sempre fica alagada quando chove forte. Em algumas ruas, a água chega a bater perto das portas dos carros e toma as calçadas, dificultando a vida de motoristas e pedestres. “Saí de casa tão limpinha. Agora tenho que meter meu pé nessa água. Não sei por onde andar, tem água para todo lado”, comentou a comerciante Tais Silva, que enfrentou as ruas alagadas do Centro.
[gallery link="file" size="medium" ids="56872,56873,56874,56875,56876,56865,56878,56890,56888,56884,56886,56892,56897" orderby="rand"]
A chuva que começou com mais intensidade, por volta das 13h, já virou sinônimo de preocupação para os moradores, que tentam se acostumar com os alagamentos. “Basta chover meia hora que enche tudo aqui”, afirmou Antônio Gonçalves, morador do bairro Manoel Reis.
Ainda segundo ele, é comum aos moradores conviverem com isso e para ele a culpa é da prefeitura. “Essa área aqui sempre foi assim. A prefeitura fez obras há uns cinco anos, mas o problema continua. A gente não tem quem olhe por nós”, alegou o morador.
E com as ruas alagadas, o transtorno também é para quem precisa se deslocar no município. Nas principais ruas do Centro, a passagem dos veículos era praticamente impossível, provocando engarrafamentos. Vários veículos tentavam fazer o retorno para tentar seguir por outro caminho. Outros arriscavam a passar. “Acho que consigo passar, vi outras motos passando. Se eles conseguem, eu consigo também”, disse o motociclista, Fernando Pereira. Enquanto isso, preocupado, um motorista aguardava o nível da água baixar. “Acho que não dá ainda, vou esperar um pouco para poder passar. Se eu passar aí, meu carro vai parar, pois ele é muito baixo. Se eu for pela Getúlio Vargas tá engarrafado”, disse João Miranda.
Com a passagem dos veículos, o lixo no local boiava e alguns pedaços de madeira que saíam dos esgotos se chocavam com as placas dos carros. Com a pancada, as placas caíam e eram recolhidas pelas crianças que brincavam no meio da água.
Dificuldade também passou o entregador de água mineral Silvio Dias, que enfrentou um grande alagamento na Avenida Mirandela, no Centro. “É uma dificuldade muito grande eu ter que andar com esses quatro galões de água na garupa e ainda ter que me equilibrar para não cair nessa água”.
E a população já sabe: boa parte de Nilópolis sempre fica alagada quando chove forte. Em algumas ruas, a água chega a bater perto das portas dos carros e toma as calçadas, dificultando a vida de motoristas e pedestres. “Saí de casa tão limpinha. Agora tenho que meter meu pé nessa água. Não sei por onde andar, tem água para todo lado”, comentou a comerciante Tais Silva, que enfrentou as ruas alagadas do Centro.
Veja as fotos do temporal enviadas pelos leitores
[gallery link="file" size="medium" ids="56872,56873,56874,56875,56876,56865,56878,56890,56888,56884,56886,56892,56897" orderby="rand"]
A chuva que começou com mais intensidade, por volta das 13h, já virou sinônimo de preocupação para os moradores, que tentam se acostumar com os alagamentos. “Basta chover meia hora que enche tudo aqui”, afirmou Antônio Gonçalves, morador do bairro Manoel Reis.
Ainda segundo ele, é comum aos moradores conviverem com isso e para ele a culpa é da prefeitura. “Essa área aqui sempre foi assim. A prefeitura fez obras há uns cinco anos, mas o problema continua. A gente não tem quem olhe por nós”, alegou o morador.
Paciência é a arma para enfrentar trânsito lento
E com as ruas alagadas, o transtorno também é para quem precisa se deslocar no município. Nas principais ruas do Centro, a passagem dos veículos era praticamente impossível, provocando engarrafamentos. Vários veículos tentavam fazer o retorno para tentar seguir por outro caminho. Outros arriscavam a passar. “Acho que consigo passar, vi outras motos passando. Se eles conseguem, eu consigo também”, disse o motociclista, Fernando Pereira. Enquanto isso, preocupado, um motorista aguardava o nível da água baixar. “Acho que não dá ainda, vou esperar um pouco para poder passar. Se eu passar aí, meu carro vai parar, pois ele é muito baixo. Se eu for pela Getúlio Vargas tá engarrafado”, disse João Miranda.
Com a passagem dos veículos, o lixo no local boiava e alguns pedaços de madeira que saíam dos esgotos se chocavam com as placas dos carros. Com a pancada, as placas caíam e eram recolhidas pelas crianças que brincavam no meio da água.


Nenhum comentário:
E você, o que acha deste tema? Fique a vontade para expressar sua opinião, mas não utilize ofensas nem palavras impróprias, pois seu comentário será removido.