Semáforo queimado prejudica alunos de escola em Nilópolis
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Foto enviada por leitor mostra o semáforo que não funciona há muitos anos.[/caption]
O que não deveria acontecer vem ocorrendo quase todos os dias em frente ao Colégio Equipe Grau, na Avenida Getúlio de Moura, em Olinda. A falta de funcionamento de de um semáforo já virou rotina para os alunos, professores e funcionários do local. Todos os dias eles tem que fazer malabarismo para se desviarem dos carros, ônibus, motos e caminhões ao atravessarem a Estrada para não serem atropelados.
Segundo os alunos, o semáforo instalado em frente à escola não funciona desde 2010. “Estamos precisando que esse sinal volte a funcionar, nem que seja no horário de entrada e saída dos alunos ou que pelo menos a Prefeitura coloque aqui um agente de trânsito para ajudar na travessia dos alunos que precisam pegar o ônibus ou atravessar a passarela”, disse Marcos Paulo, pai de um aluno que estuda na unidade.
Alunos, professores,visitantes e moradores sentem muita dificuldade para atravessarem a estrada. O tempo todo são carros, caminhões e ônibus que não dão passagem para os alunos e pedestres atravessarem. "Não é só o pessoal que estuda no colégio que sofre não, moradores da localidade também precisam ter muito cuidado para atravessar. O sinal não funciona e não há nenhum guarda de trânsito para garantir a segurança. Não temos uma faixa de pedestre. É muito complicado", reclama uma moradora.
Foto enviada por leitor mostra o semáforo que não funciona há muitos anos.[/caption]O que não deveria acontecer vem ocorrendo quase todos os dias em frente ao Colégio Equipe Grau, na Avenida Getúlio de Moura, em Olinda. A falta de funcionamento de de um semáforo já virou rotina para os alunos, professores e funcionários do local. Todos os dias eles tem que fazer malabarismo para se desviarem dos carros, ônibus, motos e caminhões ao atravessarem a Estrada para não serem atropelados.
Segundo os alunos, o semáforo instalado em frente à escola não funciona desde 2010. “Estamos precisando que esse sinal volte a funcionar, nem que seja no horário de entrada e saída dos alunos ou que pelo menos a Prefeitura coloque aqui um agente de trânsito para ajudar na travessia dos alunos que precisam pegar o ônibus ou atravessar a passarela”, disse Marcos Paulo, pai de um aluno que estuda na unidade.
Alunos, professores,visitantes e moradores sentem muita dificuldade para atravessarem a estrada. O tempo todo são carros, caminhões e ônibus que não dão passagem para os alunos e pedestres atravessarem. "Não é só o pessoal que estuda no colégio que sofre não, moradores da localidade também precisam ter muito cuidado para atravessar. O sinal não funciona e não há nenhum guarda de trânsito para garantir a segurança. Não temos uma faixa de pedestre. É muito complicado", reclama uma moradora.


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