Prisão de conselheiros do TCE-RJ pode atrasar obras de melhorias no abastecimento de água
Vice-presidente da Comissão de Saneamento Ambiental da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), a deputada Lucinha (PSDB) convocou o colegiado para criar uma força-tarefa que atue junto ao Tribunal de Contas do Estado do Rio (TCE-RJ) e evite o atraso de obras da Companhia Estadual de Águas e Esgoto (Cedae) que dependem de aval dos conselheiros do órgão. O assunto foi discutido, nesta quarta-feira (29/03), em reunião realizada, no Palácio Tiradentes, sede da Alerj, para ouvir o presidente da Cedae, Jorge Briard. Uma dessas obras é a construção da nova estação do Guandu. “Agora, a preocupação é que, com a prisão de cinco conselheiros do TCE, o novo Guandu não saia do papel tão cedo”, afirmou Lucinha.
Parte de um empréstimo de R$ 3,4 bilhões aprovados pela Alerj e contraídos com a Caixa Econômica Federal para melhorar o abastecimento na Baixada Fluminense, o reservatório terá capacidade para armazenar 57 milhões de litros de água. De acordo com o diretor de Engenharia da Cedae, Humberto de Mello Filho, representante de Briard na reunião, uma minuta do projeto de construção do Novo Guandu foi enviada para a análise do TCE há 15 dias. “Depois dessa análise, o Tribunal dá o ‘ok’ para que o edital de licitação seja elaborado. Sem essa aprovação, o edital não sai e a obra não tem condições de ser iniciada”, comentou Mello Júnior.
Lucinha declarou que irá pedir uma audiência com o ministro das Cidades, Bruno Araújo, em Brasília, para discutir a liberação desses recursos sem a necessidade de CND. “Pelo menos, saímos dessa reunião com a informação de que a Cedae vale R$ 10 bilhões, segundo o último balanço feito pela própria companhia”, comentou a deputada, acrescentando que esse dado foi pedido exaustivamente e sem sucesso antes da votação da privatização da empresa, na Alerj, em fevereiro. A lei que permite a venda de ações da Cedae como contrapartida para um empréstimo de R$ 3,5 bilhões do Governo federal foi sancionada pelo governador Pezão no último dia 8 de março.
Também participaram da reunião os deputados Nivaldo Mulim (PR), presidente da comissão, Dr. Julianelli (Rede), Osório (PSDB) e Enfermeira Rejane (PCdoB), além dos vereadores Sandro Almeida (PSDB), Vinícius (PRB) e Jalmir Júnior (PRTB), todos de São Gonçalo.
Parte de um empréstimo de R$ 3,4 bilhões aprovados pela Alerj e contraídos com a Caixa Econômica Federal para melhorar o abastecimento na Baixada Fluminense, o reservatório terá capacidade para armazenar 57 milhões de litros de água. De acordo com o diretor de Engenharia da Cedae, Humberto de Mello Filho, representante de Briard na reunião, uma minuta do projeto de construção do Novo Guandu foi enviada para a análise do TCE há 15 dias. “Depois dessa análise, o Tribunal dá o ‘ok’ para que o edital de licitação seja elaborado. Sem essa aprovação, o edital não sai e a obra não tem condições de ser iniciada”, comentou Mello Júnior.
Lucinha declarou que irá pedir uma audiência com o ministro das Cidades, Bruno Araújo, em Brasília, para discutir a liberação desses recursos sem a necessidade de CND. “Pelo menos, saímos dessa reunião com a informação de que a Cedae vale R$ 10 bilhões, segundo o último balanço feito pela própria companhia”, comentou a deputada, acrescentando que esse dado foi pedido exaustivamente e sem sucesso antes da votação da privatização da empresa, na Alerj, em fevereiro. A lei que permite a venda de ações da Cedae como contrapartida para um empréstimo de R$ 3,5 bilhões do Governo federal foi sancionada pelo governador Pezão no último dia 8 de março.
Também participaram da reunião os deputados Nivaldo Mulim (PR), presidente da comissão, Dr. Julianelli (Rede), Osório (PSDB) e Enfermeira Rejane (PCdoB), além dos vereadores Sandro Almeida (PSDB), Vinícius (PRB) e Jalmir Júnior (PRTB), todos de São Gonçalo.



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