Nilópolis registra queda de 60% nos homicídios neste ano
Dados divulgados pela Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF), mostram que em Nilópolis, os cinco primeiros meses do ano tiveram menos casos de assassinatos se comparado com o mesmo período de 2014: menos 23 pessoas foram mortas no município.

Em um comparativo entre as cidades da Baixada Fluminense neste período, Nilópolis foi a que teve o melhor desempenho na pesquisa. Nos cinco primeiros meses de 2014 foram 38 mortes contra 15 em 2015. Os números representam uma queda de 60,52%. Em seguida vem Magé (53,84%), São João de Meriti (43,85%) e Duque de Caxias (31,48%). Já em Paracambi, Queimados e Japeri houve aumento de casos.
— O crescimento em algumas regiões, principalmente as mais pobres, se dá por causa da atuação de grupos de extermínio e milícia, que ainda têm grande poder na Baixada — explica o delegado titular da DHBF, Fábio Cardoso.
Para combatê-los, ele afirma que a DHBF tem feito várias operações.
— São ações preventivas especiais com viaturas e helicópteros para mapear esses locais com maiores índices de assassinatos, onde também estamos cumprindo mandados de prisão. Além de ser uma forma de intimidar, mostra que a polícia está monitorando e prendendo — conta o titular: — Também fazemos uma integração com a Polícia Militar para trocar informações que ajudem a identificar esses criminosos, já que nesses lugares vigora a lei do silêncio. Muitas vezes os moradores sabem o que está acontecendo, mas não denunciam com medo de serem expulsos de casa ou assassinados.
Em um comparativo entre as cidades da Baixada Fluminense neste período, Nilópolis foi a que teve o melhor desempenho na pesquisa. Nos cinco primeiros meses de 2014 foram 38 mortes contra 15 em 2015. Os números representam uma queda de 60,52%. Em seguida vem Magé (53,84%), São João de Meriti (43,85%) e Duque de Caxias (31,48%). Já em Paracambi, Queimados e Japeri houve aumento de casos.
— O crescimento em algumas regiões, principalmente as mais pobres, se dá por causa da atuação de grupos de extermínio e milícia, que ainda têm grande poder na Baixada — explica o delegado titular da DHBF, Fábio Cardoso.
Para combatê-los, ele afirma que a DHBF tem feito várias operações.
— São ações preventivas especiais com viaturas e helicópteros para mapear esses locais com maiores índices de assassinatos, onde também estamos cumprindo mandados de prisão. Além de ser uma forma de intimidar, mostra que a polícia está monitorando e prendendo — conta o titular: — Também fazemos uma integração com a Polícia Militar para trocar informações que ajudem a identificar esses criminosos, já que nesses lugares vigora a lei do silêncio. Muitas vezes os moradores sabem o que está acontecendo, mas não denunciam com medo de serem expulsos de casa ou assassinados.


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